UGT/RS contra a corrupío, o desemprego e a inflaío

 

Em nota publicada pelo Presidente da União Geral dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul – UGT, Paulo Barck, fica clara a posiío da central contra a corrupío, o desemprego e a inflaío.

No documento, Barck afirma que a segunda maior central sindical do Brasil – a UGT congrega 1.277 entidades sindicais, que representam 1,458 milhão de sindicalizados– não vai participar dos atos de 18 de março, convocados por grupos que apoiam o governo e os atos de corrupío que foram comprovados em esquemas como o “Mensalão” e o “Petrolão”.

“Enquanto os escândalos se sucedem como em filmes e novelas, vamos seguir mobilizados para promover, de uma só vez, a mudar a política, com o Impeachment, e ajustar a economia, com pleno emprego, valorizaío dos salários e aposentadorias e taxas de juros que favoreçam o consumo e o crédito para empresas e populaío”, Paulo Barck.

Confira a íntegra do documento:

UGT/RS contra a corrupío, o desemprego e a inflaío

Milhões de brasileiros foram í s ruas protestar contra a falta de rumo do governo, que perdeu as rédeas da política e da economia, ao cair no atoleiro das denúncias de corrupío generalizada, dentro e fora do governo.

No dia 13 de março de 2016, o povo avisou que não aguenta mais um governo que levou o país í  maior crise econômica da história, que começou com a corrupío generalizada, e paralisou as empresas, demitindo os empregados.

CONTRA A CORRUPí‡íƒO E SACRIFíCIO

Com Inflaío em alta e salário em baixa, quem está empregado tem medo de perder o emprego e o desempregado não consegue outro trabalho. O número de desempregados aumentou 41.5% em um ano, chegando a 9,1 milhões.

Segunda maior central sindical do Brasil, a UGT congrega 1.277 entidades sindicais, que representam 1,458 milhão de sindicalizados, não vai participar dos atos de 18 de março, convocados por grupos que apoiam o governo e os atos de corrupío que foram comprovados em esquemas como o “Mensalão” e o “Petrolão”.

Também não aceitamos o retorno da CPMF e da reforma na Previdência Social, que retira direitos e igualar a idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres. O governo e estes grupos não se importam com a injustiça contra as mulheres, que ganham menos e precisam conciliar as tarefas de casa com o trabalho fora.

MAIS DE 100 MIL NO PARCíƒO

Em Porto Alegre, a mais de 100 mil patriotas foram ao Parcão, em apoio í s investigações da “Operaío Lava Jato”, vestindo verde e amarelo e portando faixas, cartazes e bandeiras, que reconheciam o papel do juiz Sérgio Moro e defendiam o Impeachmeant de Dilma. Os grupos do governo juntaram algumas pessoas no Parque da Redenío, em apoio aos chefes deles, o ex-presidente Lula e í  presidente Dilma.

Enquanto os escândalos se sucedem como em filmes e novelas, vamos seguir mobilizados para promover, de uma só vez, a mudar a política, com o Impeachment, e ajustar a economia, com pleno emprego, valorizaío dos salários e aposentadorias e taxas de juros que favoreçam o consumo e o crédito para empresas e populaío.

Paulo Barck

Presidente da União Geral dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul – UGT

Fonte: UGT/RS