
Chega ao fim nessa sexta-feira, 06/05, o IV Congresso Internacional de Direito Sindical, realizado em Fortaleza, Ceará, que trouxe como temática as “Práticas Antissindicaisâ€. Na ocasião, foi criado o Fórum Nacional Permanente de Direitos e Liberdade Sindical, cujo representante será indicado por cada central sindical.
O evento – que reuniu mais de 600 representantes de confederações, federações, centrais sindicas, sindicatos, além de acadêmicos, representantes da Organizaío Internacional do Trabalho (OIT), do Ministério Público e do Poder Judiciário, elegeu Agenor Lopes da Silva, presidente da UGT-CE, coordenador do FCSEC (Fórum das Centrais Sindicais no Estado do Ceará).

O presidente nacional da UGT, Ricardo Patah, participou da solenidade de entrega de certidões de registro sindical a duas entidades do Ceará: Sindicato dos Professores de Educaío Física (Sinpef) e Sindicato dos Práticos dos Portos (Sindipráticos), ambos filiados í UGT. Foi também um momento de congraçamento entre as lideranças sindicais das UGTs de outros estados presentes em Fortaleza, incluindo companheiros ugetistas de Minas Gerais, além do procurador geral do Trabalho, Gerson Marques de Lima, o coordenador geral de Revista Sindical, Raimundo Nonato Xavier (Ministério do Trabalho e Emprego – MTE) e Wellington Maia, representando a Superintendência Regional do Trabalho.
Foi lançado, ainda, o Manifesto das Centrais Sindicais em defesa do amplo exercício das liberdades sindicais e contra a precarizaío do trabalho, deixado í disposiío dos interessados em subscrevê-lo.
Para Agenor Lopes da Silva, presidente da UGT-CE, deve haver parceria entre as centrais e o Ministério Público e o Ministério do Trabalho, porque os direitos trabalhistas estão sendo sucateados, trabalhadores prejudicados nessa onda de demissões e desempregos. “O objetivo da UGT é lutar pelos direitos da classe trabalhadora e estar ao lado de todosâ€, finaliza.
Imprensa nacional da UGT, com a colaboraío da UGT-CE e UGT-MG