
Chicão afirma que Projeto de Lei não fraciona as bases e respeita a Constituição
Chicão falou à Agência Sindical. Principais trechos:
• Nova Conclat
“Há tempos, defendo a realização de nova Conclat, pra que o conjunto do sindicalismo supere divergências e construa uma agenda unitária de ação, em defesa da própria estrutura e com as reivindicações reais da classe trabalhadora, ferida pela recessão continuada”.
• Definir lado
“Com esse consenso, que requer maturidade, devemos fazer nossas opções. A PEC 171 está mais perto do projeto bolsonarista. Diante disso, melhor é o Projeto de Lei 5.552, do deputado Lincoln Portela – é mais alinhado aos interesses dos trabalhadores, pois não agride a Constituição, garante a unicidade e evita fracionar as categorias”.
• Atuar com as prioridades
“Num ambiente de forte recessão e desemprego, a prioridade é reverter a política neoliberal. Nesse contexto, a reforma sindical não é prioritária e nos divide. A correlação de forças, no sindicalismo e num Parlamento conservador, orienta a buscar o caminho do meio, até porque a PEC 171 é repudiada e o PL 5.552 terá dificuldades na tramitação”.
• Unidade de ação
“Acho que a própria necessidade, e levando-se em conta o rolo compressor do governo, nos fará lá na frente articular uma açõa conjunta entre entidades e correntes sindicais”.
• Críticas
“Nem todo o sindicalismo é atuante. Portanto, a reforma correta terá que garantir a existência das entidades que lutam, atuam, negociam e conquistam para suas categorias”.
Dia 4 – Chicão informa que os Eletricitários vão participar dia 4 do ato em defesa das conquistas sindicais e contra a pluralidade, nos Metroviários de SP.
O dirigente dos Eletricitários informa que, na quarta, participou da plenária nos Hoteleiros na condição de presidente do Sindicato e da Federação (Fenatema), bem como dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria – CNTI.