Convidados pelo Vice-Presidente do PSB – Partido Socialista Brasileiro, 15 (quinze) Confederações Nacionais de Trabalhadores e o FST – Fórum Sindical dos Trabalhadores, representados pelos 80 (oitenta) dirigentes sindicais ali presentes, compareceram ao encontro com o Governador de Pernambuco, Dr. Eduardo Campos, no último dia 13 do corrente (sexta-feira), em Recife (PE), para participar do diálogo “O Brasil e o mundo do Trabalhoâ€, quando lhe entregamos o documento anexo, contendo as reivindicações mais urgentes do movimento sindical brasileiro. E, por sua vez, a referida autoridade nos respondeu que na pauta constavam itens que dependeriam de soluío a curto, médio e longo prazos.
No entanto, afirmou que, por exemplo,  a extinío do †Fator Previdenciário†, no seu entender, era uma questão de se dar ou não se dar prioridade í soluío do problema, tendo em vista que as exonerações tributárias deferidas pelo Governo Federal já totalizaram, até agora,  a mais de R$. 140 bilhões de reais. E atender a demanda dos trabalhadores custaria 20 ou mais vezes o sobredito valor das exonerações tributárias.
Ponderou, ainda, entende necessário haver a confiança mútua entre governantes e governados e, assim, toda a sociedade brasileira possa ver todas as suas reivindicações atendidas.
E esta e outras afirmações do Dr. Eduardo Campos causaram boa impressão em todos os presentes.
Assim, as Confederações Nacionais de trabalhadores e o FST continuarão a manter o mesmo entendimento de dialogar com toda e qualquer autoridade constituída o necessário debate de todos os problemas e os encaminhamentos para as soluções respectivas das reivindicações da classe trabalhadora, sem constrangimento nem restrições e de forma autônoma, independente e democrática.
Ao fim do encontro, o sistema confederativo, através do FST, sugeriu í direío nacional do PSB que orientasse suas bancadas, tanto no Senado quanto na Câmara para que procedessem a um monitoramento mais acurado das demandas das Confederações Nacionais em temas de interesse e relevância para a classe trabalhadora brasileira no intuito de cobrar do governo, via parlamento, uma mudança de postura em relaío ao movimento sindical.
“Os trabalhadores brasileiros podem contar, sem sombra de dúvidas, com o posicionamento histórico do Partido Socialista Brasileiro, na defesa de uma representaío sindical honesta, digna e transparente, sempre voltada para o crescimento dos trabalhadores brasileiros†concluiu Roberto Amaral, vice-presidente nacional do PSB.


