Ele citou como motivos de déficit nas contras da Previdência Social as dívidas não pagas, ao lembrar que, em 2013, não foram repassados aos cofres da seguridade social R$ 3,8 bilhões em contribuições.
Outros tributos que compõem o fundo da Previdência Social também foram sonegados em 2013, somando-se mais de R$ 4 bilhões, como Cofins, PIS e CSLL, disse o senador.
Por isso, Eduardo Amorim defendeu melhorias no gerenciamento da Previdência Social, com foco na fiscalizaío e arrecadaío de receitas, além de menor interferência do governo na renúncia de receitas previdenciárias.
– Isto é necessário para que o Brasil tenha, de fato e de direito, uma Previdência Social viável, justa e sustentável – afirmou o senador.
Fonte: Agência Senado
Escolhido para ser o presidente da comissão especial do Congresso Nacional que vai analisar a medida provisória que trata dos benefícios da Previdência Social, o senador Eduardo Amorim (PSC-SE) afirmou que a conta pelo mau gerenciamento do setor não deve ser paga pelo trabalhador.