Organizado por oito Centrais Sindicais, o Dia Nacional de Mobilizaío e Luta por Emprego e pela Garantia de Direitos, que acontece nesta terça (16), em todo o País, promete mobilizar trabalhadores de diferentes categorias de amplos setores da economia. Haverá paralisaío nos locais de trabalho e manifestações em frente í s sedes de entidades patronais.
As manifestações marcam uma inédita unidade de aío entre Força Sindical, CUT, UGT, CTB, Nova Central, CSP-Conlutas, CGTB e Intersindical na luta pela garantia dos direitos trabalhistas. O foco das ações estará no combate ao desemprego, luta por medidas para promover o crescimento econômico e contra a idade mínima para as aposentadorias.
Em contato com a Agência Sindical, o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, comentou que a rearticulaío das Centrais na defesa de bandeiras comuns é fundamental para enfrentar o grave momento do Brasil e os ataques í s conquistas sindicais.
“Estou vendo com otimismo esse ato, que se desenha de maneira muito forte pelo Brasil. Como representantes dos trabalhadores, é nosso papel denunciar terceirizaío, prevalência do negociado sobre o legislado e também a venda das riquezas do País, que além de ruim para nossa soberania, influenciará negativamente no fechamento de postos de trabalhoâ€, afirma Patah.
Para o presidente da Central, o momento requer atenío para superar a crise e defender direitos conquistados pela classe trabalhadora. “Por isso, o documento assinado conjuntamente e ações articuladas pelas Centrais são bem-vindas. A UGT se empenhará ao máximo para que o atos sejam realizados da forma mais impactante possível, para que governo e patrões entendam bem o recadoâ€, destaca o dirigente.
São Paulo – O ato será na Avenida Paulista, em frente í Fiesp (federaío das indústrias) – símbolo da precarizaío dos direitos do trabalhador, a partir das 10 horas.
Fonte: Agência Sindical