Centrais e governo tentam garantir pagamento a terceirizados da Petrobras

As cinco Centrais Sindicais legalizadas – CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central e CTB – vão a Brasília nesta segunda (15) cobrar do governo soluío para os 35 mil trabalhadores de terceirizadas da Petrobras, que estão sem receber salários e demais verbas trabalhistas.

 
O encontro, marcado para a Casa Civil, deve reunir também Advocacia Geral da União, Procuradoria Geral da República, Ministério da Justiça, além dos presidentes das Centrais. Os dirigentes tentam garantir presença do Tribunal de Contas da União e do Tribunal Superior do Trabalho, adiantou í  Agência Sindical o presidente da Força, Miguel Torres. “Penso que devemos agregar todos os que podem ajudar na soluío desse grave problema”, afirma.

 
Para o presidente da Nova Central, José Calixto Ramos, as autoridades devem tomar providências urgentes, “porque o trabalhador não tem nada a ver com toda essa confusão” criada pelas denúncias de corrupío na empresa. “Tenho esperança de encontrarmos um denominador comum”, diz.

 
Paralisações – O atraso nos repasses da Petrobras í s terceirizadas vem provocando o calote no pagamento de salários e outros direitos. No caso da Refinaria Abreu e Lima (PE), mais de 1.500 trabalhadores estavam em alojamentos e pensões em condições precárias, inclusive sanitárias.

 
Os trabalhadores têm reagido com greves e protestos. E os Sindicatos vêm agindo em todas as frentes, visando resolver os problemas. Em Pernambuco, a 191ª Vara da Justiça do Trabalho homologou quarta (10) acordo entre Sintepav-PE e a empresa Alusa (hoje, Alumini).

 

Fonte: Agência Sindical