Aposentados – reajuste e fator previdenciário

VAMOS CONTINUAR FAZENDO A NOSSA PARTE!

CAMPANHA NACIONAL ABAIXO-ASSINADO. Não ao veto!

A campanha tem como objetivo a manifestaío dos trabalhadores e do povo brasileiro em geral, para que o Presidente Lula sancione o Projeto aprovado na Câmara e agora no Senado Federal por unanimidade, que põe fim ao Fator Previdenciário e concede aumento de 7,72% para os aposentados.

Não é justo para com aqueles que deram tudo de si pelo engrandecimento do País sofrer com o arrocho em seus proventos no final de suas vidas.

O país, em particular, trabalhadores e aposentados estão mobilizados para exigir de Lula, que durante toda sua trajetória política defendeu os aposentados, não se deixe levar pela conversa mole da mídia que tem feito uma campanha sistemática contra a melhoria dos proventos dos aposentados e tem manipulado as informações para defender o criminoso fator previdenciário.

A aprovaío do PLV 2/10, que reajusta em 7,72% as aposentadorias e pensões da Previdência Social acima de um salário mínimo e acaba com o fator previdenciário, imediatamente deu lugar í s comemorações dos aposentados que ocuparam as galerias do Plenário. A decisão vai í  sanío do presidente Lula.

O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), relator do projeto, considerou “uma irresponsabilidade com o futuro do país” acabar com o fator previdenciário e não criar uma contrapartida.

Não abrimos mão do fator previdenciário declarou.

Entretanto, atendendo a apelos dos senadores para não atrasar a tramitaío do PLV, cuja validade se encerra em junho, apresentou voto pela aprovaío, alertando para a possibilidade de veto do presidente ao fim do fator previdenciário.

Jucá insistiu na necessidade de se pensar em uma alternativa ao fator, como o estabelecimento, por meio de uma emenda constitucional, de um limitador para a aposentadoria baseado na idade. De acordo com ele, “é inconcebível montar um modelo de previdência que aposente pessoas aos 42 anos de idade”.

O líder decidiu apresentar emenda de redaío para retificar o percentual de correío dos valores máximos do salário de contribuiío e do salário de benefício, que não foram corrigidos na tabela enviada pela Câmara. A medida evitou o retorno do projeto aos deputados. Sem a alteraío, os aposentados que recebem o valor máximo ficariam, na prática, sem o reajuste. E a Previdência teria perda de arrecadaío, porque o salário de contribuiío ficaria abaixo do reajuste concedido aos benefícios de um modo geral. (Agência Senado)

Muito obrigado a todos que acreditaram na força e na perseverança do FST e da COBAP.

Os trabalhadores (as), aposentados e os pensionistas de nosso país obtiveram uma vitória maravilhosa nesta última quarta-feira no Senado (19/05/2010). Foi uma tarde memorável que será lembrada por gerações.

Por unanimidade, os senadores aprovaram o PLV 2/10, que reajusta em 7,72% as aposentadorias e pensões acima de um salário mínimo. A matéria foi aprovada sem qualquer alteraío. O relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), manteve o texto aprovado pelos deputados, e por isso o PLV 2/10 não precisará retornar í  Câmara.

Pressionado pelo FST e pela COBAP e suas federações afiliadas, o líder governista Jucá cedeu e agiu com coerência, mantendo no texto o fim do maldito Fator Previdenciário.

De acordo com o 1º vice-presidente, Marconi Perillo (PSDB-GO), a matéria irá rapidamente í  sanío presidencial.

A galeria e a tribuna de honra do Senado foram tomadas por dirigentes sindicais do FST, Conlutas e da Força Sindical e por aposentados e pensionistas vindos de diversos estados do Brasil: Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia, entre outras localidades.

Após a sanío de Lula, mais de 8,4 milhões de aposentados irão receber o reajuste retroativo ao aumento ofertado no início do ano (referente a janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho).

Nas diversas mobilizações do FST e da COBAP, elas proporcionaram agora, que os aposentados garantissem um ganho real significativo. Se não fossem as batalhas travadas, o reajuste seria de apenas 3,5% (índice da inflaío). Ou seja, a luta da COBAP e do FST rendeu aos aposentados mais que o dobro do reajuste concedido inicialmente (agora taxado em 7,72%). (Fonte: Assessoria Política e Parlamentar do FST)

Trabalhadores comemoram a conquista do fim do Fator Previdenciário

O Senado Federal aprovou por unanimidade, na noite da última quarta-feira (19), a PLV 2/10 que determina o fim do fator previdenciário e concede um reajuste de 7.72% para as aposentadorias e pensões acima de um salário mínimo, medidas que beneficiarão milhões de brasileiros.

Pressionado pelos aposentados e centrais sindicais, o líder governista Romero Jucá manteve no texto o fim do famigerado Fator Previdenciário, que desde que foi implantado achatou sobre maneira aposentadorias e pensões, acarretando diversas perdas aos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.

Aprovado sem qualquer alteraío, o PLV 2/10 não precisará retornar í  Câmara e segue agora para sanío presidencial.

Jucá, que já se declarou várias vezes contrário ao fim do fator, acredita que o presidente Lula vetará sua extinío.

Comemoraío

Após a aprovaío, o Senado foi tomado por aposentados e representantes do movimento sindical brasileiro vindos de diversos estados do Brasil: Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia, entre outras localidades.

Após a sanío de Lula, mais de 8,4 milhões de aposentados irão receber o reajuste retroativo ao aumento ofertado no início do ano (referente a janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho).

Luta intensa

As diversas mobilizações unitárias das centrais, atrelada í  intensa luta das entidades que defendem os direitos dos aposentados, garantiram mais essa vitória, que representa para os aposentados um ganho real significativo.

A CTB, que sempre lutou pelo fim do fator previdenciário, por entender que é uma medida injusta e desleal aplicada aos trabalhadores que ajudaram na construío desse país, mais uma vez reforça a necessidade de manter a pressão, agora sobre a Casa Civil, para que o presidente sancione a lei e derrube de uma vez por todas essa herança maldita do nefasto governo FHC. (Portal CTB)