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No entendimento das Centrais Sindicais o emprego é o “principal patrimônio do trabalhador (a)†e gerar empregos são um dos principais objetivos da economia. Com posiío unanime no café da manhã realizado quarta-feira (26/8), no restaurante do Anexo IV da Câmara dos Deputados com os nobres parlamentares, os sindicalistas cobraram agilidade na votaío da Medida Provisória (MP – 680/2015) que instituiu o Programa de Proteío ao Emprego (PPE).
O deputado Daniel Vilela (PMDB/GO), relator da Comissão Mista designada para apreciar a MP, durante sua fala, reafirmou a importância do Programa na preservaío de postos de trabalho. “De minha parte darei celeridade na tramitaío do texto, pois estou convicto que é um programa positivo para todos, além de ser uma agenda favorável para o Governo Federal, que me parece não tem explorado a questão como deveriaâ€, disse.
Todos os deputados presentes no evento receberam uma cópia do documento “Como Entender o PPE†elaborado pelas centrais (Nova Central, Força Sindical, CUT, UGT e CSB) e o DIEESE, no qual afirma que para enfrentar a crise, â€œí‰ necessária a implementaío de políticas que promovam um movimento contrário í recessão e í queda do nível de atividade econômicaâ€.
José Calixto Ramos (Sr. Calixto), presidente Nacional da Nova Central, afirmou que toda e qualquer mudança trás consequências. Que o Programa fortalece os Sindicatos que é a “matriz da estrutura sindical†e que será o responsável para celebrar eventuais acordos dentro das regras do PPE, que estabelece “disciplinas rígidas†para os empresários que vão aderi-lo.
“Para os trabalhadores (as) conquistamos, mesmo que temporariamente, estabilidade no emprego em um cenário de crise política sem precedentes, crise econômica e crise ética. Só quem sabe o drama de quem perde o emprego é quem passa pela situaío. Neste momento é preferível recuar um passo para depois darmos outros mais firmes e largosâ€, argumentou Sr. Calixto.
Também participaram os deputados: Vicentinho, Carlos Zaratini, Simbá Machado, Erica Cocai e José Guimaraes todos do PT; Goulart (PSD/SP); Bebeto (PSB/BA); Givaldo Carimbão e Ademir Camilo (PROS) e Jô Morares (PCdoB).
Fonte: NCST