INFORMATIVO FST – NOTíCIAS

Lupi é favorável í  reduío da jornada de trabalho

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, recebeu na tarde desta quarta-feira representantes das Centrais Sindicais que estão em Brasília por conta da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora. Os sindicalistas entregaram a Lupi uma pauta de reivindicações, que tem como principal destaque a reduío da jornada de trabalho.

“Sou favorável í  reduío da jornada. Todos os países evoluídos do mundo já praticam isso. í‰ bom inclusive para o empresário, porque o trabalhador produz melhor, fica um pouco mais de tempo com sua família, que é fundamental para seu equilíbrio psicológico”.

A reduío da jornada de trabalho está para ser votada na Câmara dos Deputados. Segundo Lupi, é preciso agilidade na votaío da proposta. “Então, vou fazer um apelo público para que o presidente da Câmara, Michel Temer, faça uma comissão dos parlamentares que são a favor e os que são contra, para que se crie um campo de negociaío e se vote. O que não pode é ficar no ar”.

Os representantes da Marcha também pretendem se encontrar com o presidente Luis Inácio Lula da Silva, onde devem apresentar a pauta de reivindicações.

Fonte: MTE

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5º ENCONTRO DOS Tí‰CNICOS DE SEGURANí‡A DO TRABALHO DO ESTADO DE GOIíS

Realizaío: Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho dos Estados de Goiás e Tocantins – SINTEST-GO/TO.

Local: Auditório Gilson Alves – Palácio da Indústria, Av. Anhanguera c/ Av. Tocantins – Centro – Goiânia

Data: 20/11/09 (sexta-feira)

14h00 – Abertura

14h30 – Palestra

Inteligência Emocional no Trabalho

Palestrante: Wilson José Rodrigues Gomes – Advogado, Técnico de Segurança do Trabalho e integrante da diretoria do SINTESGO.

15h30 – Intervalo (Coquetel)

16h00 – Palestra

Fator Acidentário de Prevenío – F A P / NTEP – Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário

Palestrante: José Augusto da Silva Filho – Técnico de Segurança do Trabalho – Conselheiro do Conama – Diretor Secretário Geral da CNTC – Coordenador Nacional do FST e Vice-presidente do DIAP.

Apoio:

Superintendência Regional do Trabalho – SRT-MTE-GO
Federaío Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho – FENATEST
Confederaío Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC
União Geral dos Trabalhadores – UGT
Conselho Temático de Relações de Trabalho – CTRT
Serviço Nacional da Indústria – SENAI Canaã-GO
Federaío das Indústrias do Estado de Goiás – FIEG

Informações: (62) 3212-6264 – (62) 9603-3527 ou (62) 9953-6606

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Em reunião da CTB, ministro Luiz Dulci defende nova Conclat

Uma exposiío do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, abriu nesta quinta-feira (12), em Brasília, a 4ª Reunião da Direío Plena da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil). Dulci analisou a conjuntura nacional e ressaltou a preocupaío do governo federal em garantir a participaío social na definiío das políticas de Estado. “As conferências precisam ser constitucionalizadas para continuarem em outros governos”, disse o ministro.

Dulci defendeu a realizaío de uma nova Conclat (Conferência da Classe Trabalhadora) – proposta encampada, sobretudo pela CTB. Na opinião de Dulci, uma conferência do gênero, similar í  que ocorreu em 1981, ajudaria as centrais a aprovarem bandeiras comuns de lutas para os trabalhadores. “A realizaío da Conclat vai contribuir para unificar ainda mais o movimento sindical em uma plataforma unitária”, afirmou o ministro.

Ele destacou também outras as do governo Lula – o reconhecimento das centrais sindicais, a política de valorizaío do salário mínimo, a lei que garante ao trabalhador o direito de se eleger nos conselhos das estatais, a derrota da Alca, o avanço na política externa, entre outras. “Só foi possível realizar isso tudo com os movimentos sociais pressionando por mudanças, como a grande Marcha da Classe Trabalhadora que as centrais realizaram ontem”, opinou o ministro.

Segundo Dulci, há uma escalada da mídia e da direita contra os movimentos sociais. “Essa ofensiva passa primeiro pela invisibilidade que querem impor aos movimentos sociais, escondendo suas ações para dizer que o governo Lula sufocou suas lutas”, opinou. “O Grito da Terra e a Marcha das Margaridas são manifestações de massa importantes. Vejam essa manifestaío real de massa que foi a Marcha da Classe Trabalhadora. Isso tudo eles querem esconder”.

Dulci criticou a tentativa dos ruralistas de criminalizar os movimentos sociais como estratégia de luta contra a reforma agrária. “Precisamos dar um salto de qualidade da reforma agrária, embora o governo já tenha feito muito mais do que o anterior. Foram assentadas mais famílias nos sete anos do governo Lula do que no governo anterior.”

Sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Dulci esclareceu a posiío do governo Lula. “Nós não concordamos com todas as ações do MST, mas a ofensiva dos ruralistas para criminalizar o movimento é inaceitável, pois busca interromper os avanços na reforma agrária”, afirmou o ministro.

Fonte: Portal CTB

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José Augusto da Silva Filho
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