O 1º de Maio de 2015, Dia do Trabalhador, pode entrar para história. Mais do que nunca, os trabalhadores deste país têm que mostrar aos governantes o real significado da data. E não apenas celebrar o dia como um feriado qualquer em que os feitos de um passado de luta são lembrados.
Com os recentes ataques aos direitos trabalhistas, o momento é de resistência, de batalha, aos abusos cometidos contra a classe trabalhadora. Em resumo, não há motivos para comemorar nesta sexta-feira.
As Medidas Provisórias 664 e 665/ 2014 e o Projeto de Lei da Terceirizaío personificam um retrocesso histórico para os trabalhadores. Diante do caos anunciado, o que se espera do trabalhador é um alistamento espontâneo nessa guerra.
Por isso, temos que nos fortalecer e mobilizar toda sociedade na defesa do princípio da dignidade da pessoa humana. O movimento sindical terá um papel muito importante – quiçá de “comandante†desse exército – para que haja o que comemorar no ano que vem. E temos força para isso, na Câmara resistimos e diminuímos a vantagem no placar na votaío do PL 4330. Não vencemos, mas a luta continua no Senado e o Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) está a postos como um soldado valente rumo í vitória.
Todos juntos na luta por mais direitos e conquistas para a classe trabalhadora.Â
FST em aío!
Imagem – Sindicom
