Informativo do Fórum Sindical dos Trabalhadores

Inaugurado novo escritório da CTB Nacional em Brasília

Com a presença de diversas lideranças sindicais, foi inaugurada no final da tarde da última terça-feira (30) o novo escritório da CTB em Brasília. Sob a coordenaío de Joilson Cardoso, secretário de políticas sindicais e relações institucionais da CTB. Fica localizada em um ponto estratégico, no Centro Comercial do Distrito Federal – a cinco minutos do Congresso Nacional – a nova sede contará com uma assessoria técnica e política permanente, que dará suporte í  direío nacional da entidade, assim como aos sindicatos filiados. Joilson Cardoso reafirmou a importância da inauguraío de um escritório da Central na capital federal. “Essa inauguraío representa uma decisão da direío nacional que compreende que a agenda de Brasília é muito importante porque envolve as demandas do movimento sindical que muitas vezes se hospedam no Congresso Nacional, nos tribunais de justiça e nos departamentos do governo federal”, afirmou.

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Presente í  inauguraío, Wagner Gomes, presidente da CTB, garante que esse é mais um importante passo que a entidade dá para seu visível e reconhecido crescimento. “Cada inauguraío para nós é muito especial. E esse escritório representa mais um passo rumo í  consolidaío da CTB, que já conta com um grande respeito e consideraío no movimento sindical, apesar de ser a mais nova central brasileira”, frisou o presidente.

Além da presença dos dirigentes nacionais e estaduais da Central, a cerimônia de abertura, seguida de um coquetel, foi prestigiada por importantes representantes do movimento sindical, entre eles José Augusto da Silva Filho, Coordenador Nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores – FST, Secretário Geral da Confederaío Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC e Diretor da Federaío Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho – FENATEST; Sílvia Regina Lopes, Assessora do FST; Canindé Pegado, da UGT (União geral dos Trabalhadores); Marcos Dantas, presidente do PSB (Partido Socialista Brasileiro); Wagner Fajardo, presidente da Fenametro (Federaío Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários) e secretário geral da UIS – Transporte (União Internacional Sindical) e Severino Almeida, secretário de Relações Internacionais da CTB e presidente da Contmaff (Confederaío Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Aéreos na Pesca e nos Portos).

O escritório da CTB Nacional, em Brasília, fica localizado no Setor de Diversões Sul – Edifício Venâncio V – salas 501/503. Os telefones para contato são: (61) 3321-1193 e (61) 3321-1209. Fonte: Portal CTB.
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NOVA CENTRAL EMPOSSA DIRETORIA

Em cerimônia que ocorreu na noite desta terça-feira (30), a Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, deu posse í  nova diretoria eleita (2009-2013).A solenidade foi í s 20:00 horas na sede da Confederaío Nacional dos Trabalhadores na Industria – CNTI, em Brasília/DF, e contou com a presença de dirigentes sindicais e autoridades de todo o país.

José Calixto Ramos, presidente reeleito, falou sobre a expectativa da nova diretoria. “Temos muito trabalho daqui para frente, mas a nossa disposiío supera qualquer adversidade, pois estamos focados em resultados”, disse Calixto.

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A pressão do empresariado é grande, a proposta é polêmica entre os partidos até na base governista

A reduío da jornada de trabalho para 40 horas semanais deve enfrentar dificuldades para chegar ao plenário da Câmara, embora tenha recebido apoio de todos os integrantes da comissão destinada í  sua análise, na terça-feira (30).

As centrais sindicais e os deputados da comissão especial pretendiam apresentar pedido de urgência ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP), para que a proposta fosse colocada na pauta de votações antes do recesso legislativo, que começa dia 18 de julho.

Essa possibilidade, no entanto, é descartada pelos líderes partidários. Muitos deles nem acreditam em votaío este ano.
“O assunto enseja boa discussão, porque interessa muito í  populaío, mas há controvérsia. Quem radicalizar perderá”, disse o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), que prevê dificuldades de consenso entre os partidos até para incluir a PEC na ordem do dia. O PMDB, diz, não firmou posiío.

O Governo é favorável í  reduío da jornada, segundo o líder do Governo, Henrique Fontana (PT/RS).
Para ele, a crise não deve atrapalhar a votaío, já que está sendo proposta uma “reforma estrutural das relações de trabalho”.
Ele minimiza as resistências e diz que a aprovaío unânime na comissão mostra “o grau de convicío que o Parlamento tem na matéria”.

O líder do PT, Cândido Vaccarezza (SP), argumenta, a favor da PEC, que em São Paulo, hoje, a média da jornada de trabalho praticada já é de 40 horas e meia.
“Houve brutal aumento dos ganhos de produtividade e isso nos permite reduzir a jornada. Esses ganhos não podem ficar só com as empresas. Têm que ir também para os trabalhadores. Além disso, a reduío da jornada pode criar milhões de empregos”, afirmou.
Avaliações reservadas no PT prevêem dificuldade de aprovaío. Argumentam que setores do Governo não estimulam a aprovaío enquanto durar a crise.

Os deputados recebem pressão do empresariado, contrários í  reduío no texto constitucional. Alegam que o assunto deveria ser tratado em acordos coletivos, sem amarras legais.

Para o presidente da Confederaío Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, é “ingenuidade” achar que serão criados empregos.
“Não vejo como é possível gerar emprego aumentando os custos de produío das empresas em plena crise, na qual o Brasil está perdendo competitividade”, disse.

Segundo ele, a reduío da jornada e o aumento da hora extra de 50% para 75% da hora trabalhada, sem ajustes nos salários (também prevista na PEC) vão aumentar os custos de 10% a 15% nas grandes empresas intensivas de mão-de-obra, como as indústrias de confecío.

As mais prejudicadas serão as de pequeno porte, que terão de diminuir a produío e demitir.

Ele afirma que as exportações de manufaturados caíram quase 40% e a competiío está ainda mais acirrada.

“Nesta hora, em que é preciso reduzir os custos das empresas, está sendo decretada elevaío de custos por força de lei”, afirmou.

A PEC foi apresentada em 1995 – pelo então deputado Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Paulo Paim (PT/RS), hoje senadores. Teve lenta tramitaío até 2008 quando o então presidente, Arlindo Chinaglia (PT/SP), a desengavetou e criou comissão especial para sua análise. Durante as discussões, a proposta recebeu apoio de PT, PDT, PSB, PCdoB, PV e PTB.

O deputado Carlos Sampaio (PSDB/SP) integrou a comissão e votou a favor. Como secretário de movimentos sindicais do partido, Sampaio disse que defenderá adesão dos tucanos í  proposta, que é reivindicaío das centrais sindicais.

O líder do PSDB, José Aníbal (SP), no entanto, afirmou que o assunto terá que ser discutido pela bancada. O líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), por sua vez, submeterá í  executiva nacional. Fonte: Valor Econômico.
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I Conferência Internacional dos Servidores Públicos do Brasil

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Trechos do Debate:

Sr. João Domingues – Demonstrou para todos os presentes a enorme satisfaío em estar organizando este primeiro encontro entre os servidores públicos do Brasil, com a presença massiva de representantes internacionais. Salientou o momento histórico que vivemos hoje em nosso planeta e a importância de unir forças para termos um Estado valorizando os seus servidores públicos. Concentrou em um dos pilares de sua preocupaío a importância da unicidade sindical para conquistarmos verdadeiramente direitos para nossas categorias, em especial para os servidores públicos.

Sr. José Augusto – Saudou a todos os participantes do evento e ponderou que a mesa estava tão bem representada que parecia uma reunião do FST, tamanha a representatividade. Parabenizou o Sr. João Domingues pela iniciativa e chancelou que a unidade não é um discurso e sim uma prática constante.
Alertou a todos os participantes sobre o projeto de lei que tramita no Senado Federal, que diz respeito a regulamentaío da contribuiío assistencial. Este projeto visa a uniformizar e a valorizar as atividades dos sindicatos. Convocou a todos para lutar pela sua aprovaío. Ponderou sobre a necessidade de haver mais encontros como este, havendo assim mais intercâmbio de iniciativa e dissertou sobre a necessidade de haver uma mudança de atitude no movimento sindical, concluindo que precisamos dar novos ares para nossa luta.

Sr. Joílson – O momento histórico que vivemos hoje exige de nos estes debates, unificar o movimento sindical em defesa dos interesses dos trabalhadores é o nosso principal objetivo. Unicidade sindical está é a bandeira que nos uni. Temos claro que o nosso principal inimigo não está em nosso país, está por traz de toda esta especulaío

Organizaío: Confederaío dos Servidores Públicos do Brasil – CSPB
Membros do FST Nacional presentes:
José Augusto (Coordenador Nacional do FST), Sr. Joílson (CTB), João Domingos (Presidente CSPB) e
Moacyr Roberto Tesch (CONTRATUH)
Participaío: Delegados de 30 países, além da delegaío nacional.

Atenciosamente

José Augusto da Silva Filho
Coordenador Nacional do FST
Diretor 1º Secretário da CNTC