Trabalhadores e sindicalistas ligados í s centrais sindicais e representantes de movimentos sociais realizam manifestaío no centro do Rio em protesto contra a tentativa de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
A concentraío do ato ocorreu na Avenida Presidente Vargas, que teve a pista lateral interditada ao trânsito, prosseguindo pela Avenida Rio Branco, com trajeto previsto até a Cinelândia, com uma parada nas proximidades da Petrobras.
O presidente nacional da Central íšnica dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, disse que o objetivo principal da manifestaío era repudiar o que ele classificou como golpe contra a presidenta Dilma Rousseff.
“Queremos impedir o impeachment e o retrocesso político. Os que defendem o impeachment são os mesmos que são contra os direitos trabalhistas e a carteira assinada, são a favor da terceirizaío e da precarizaío do trabalho. Articulam um golpe contra a democracia e o Brasil”, afirmou Freitas.
Para o presidente da Federaío íšnica dos Petroleiros (FUP), Zé Maria Rangel, entre as forças que apoiam o impeachment estão setores da indústria petrolífera estrangeira. Segundo ele, é preciso retomar urgentemente os investimentos da Petrobras, como forma de auxiliar a economia brasileira a voltar a crescer.
“Este ato é pela retomada dos investimentos em emprego e renda no Brasil. Queremos a manutenío do Estado Democrático de direito. Não há fato grave contra a presidenta Dilma, só um sentimento de vingança”, disse Zé Maria.
Além da CUT, que estava em maior número, participaram do ato a União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Diversos sindicatos se fizeram presentes, principalmente os ligados aos setores metalúrgico e petroleiro. O ato contou com apoio de quatro carros de som. A Polícia Militar acompanhou a manifestaío com soldados do Batalhão de Grandes Eventos, especialmente treinados para atuar em manifestações de rua.
Fonte: Rede Brasil Atual