Presidenta Dilma sanciona lei de programa que já garantiu o emprego de 30 mil pessoas

 

Em cerimônia nesta quinta-feira (19/11), a presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que institui o Programa de Proteío ao Emprego (PPE) e garantiu que a medida trará segurança jurídica para que mais empresas possam aderir ao Programa.

A presidenta destacou que, desde a ediío da Medida Provisória que criou o programa, já foram feitas 33 adesões ao programa, além de outras 42 que estão em análise. Isso garantiu que 30.368 trabalhadores tivessem seus empregos garantidos e outros 12.264 possam manter seus postos de trabalho.

Dilma ressaltou que o diálogo entre o governo e as centrais sindicais foi fundamental para os resultados expressivos que o PPE vem alcançando.

“O PPE é vantajoso, para as empresas, porque podem ajustar sua produío sem abrir mão de seus trabalhadores, o ativo mais importante na retomada, sem incorrer em custos de demissão; para os trabalhadores, porque preservam seus empregos e preservam a maior parte dos seus rendimentos, e passam a vivenciar uma menor incerteza em relaío ao futuro; para o governo federal, porque, diante da crise, esta é uma medida de proteío ao emprego. E, além disso, é possível que o gasto com o PPE seja menor do que com o seguro-desemprego e ainda preserva a arrecadaío das contribuições sociais”, afirmou a presidenta.

Ela também agradeceu ao Congresso Nacional pela celeridade com que apreciou e aprovou a Medida Provisória.

“Assim, O Congresso compartilhou com todos nós o sentido de urgência na análise da proposta”, frisou.

A presidenta afirmou que o governo continua trabalhando “de forma obstinada” para reorganizar a situaío fiscal do país.

“Todas as medidas que adotamos até agora visam um único propósito: o nosso propósito é que possamos estabelecer condições mais sustentáveis para o crescimento da produío e do emprego. í‰ algo importante que o Brasil tenha essa política de proteío ao emprego”, finalizou.

A Presidenta Dilma agradeceu o apoio das centrais sindicais em especial  a UGT e  seus dirigentes presente: Lourenço Prado, Miguel Salaberry Filho, Carlos Alberto Schmidt e Wagner Souza.

Fonte: Agência Brasil